segunda-feira, 24 de outubro de 2011

25 de Out. Dia Nacional da Saúde Bucal


Há meio século, cáries e restaurações eram partes da infância. Hoje, isto não é mais uma verdade. Os métodos de prevenção de cárie melhoraram nos últimos 50 anos e, com as novas tecnologias e a conscientização dos pais, é comum uma criança se tornar adulta sem nunca ter tido cáries.

A saúde dos dentes não significa apenas um belo sorriso. Está comprovado que a higiene incorreta e a falta de cuidados com os dentes, pode causar ou piorar problemas no coração, infecções respiratórias e até a osteoporose. Isto porque a boca está diretamente ligada a todo nosso corpo.

Para uma boa saúde dentária, é importante, além dos cuidados de higiene, uma alimentação que ajude a formação dentária, proteja os dentes de cáries e mantenha a gengiva saudável. Muito importante são: o cálcio que ajuda a formar dentes e ossos, e a vitamina D que o organismo usa para absorve-lo.

Essa vitamina é obtida através dos raios solares, por isso é preciso a exposição cuidadosa da pessoa ao sol. Além do cálcio, outros minerais formam o esmalte dentário, são eles: o fósforo, presente na carne, peixe e ovo; e o magnésio, encontrado nos cereais integrais, na beterraba, no espinafre e na banana.

As frutas e vegetais de cor de laranja e as hortaliças verde-escuras são boa fonte de beta-caroteno que contribuem na construção dos ossos e dentes, fortes. A higiene dental sempre foi, é e será melhor forma de preservar a saúde dos dentes e da gengiva. Esta limpeza bucal deve sempre ser executada por uma dupla eficaz e bem popular, que é: a escova de dente e o fio dental.

A escova deve estar sempre em bom estado, por isso deve ser trocada a cada 3 meses, ou antes, pois as cerdas tortas causam arranhões na boca. O creme dental é importante, por conter flúor, além de causar uma agradável sensação de higiene. Os dentes de leite já começam a se formar antes mesmo do bebê nascer, seis semanas após o começo da gestação. Mas os só aparecem na boca das crianças entre o 4os. e 6os. meses de idade.

As gestantes necessitam de uma dieta saudável e balanceada, rica em cálcio para prevenir o mau desenvolvimento do esmalte do dente. Sem um esmalte forte e saudável, um bebê pode começar sua vida com dentes mais fracos e com maior propensão a cáries. A amamentação e a mamadeira são os meios de nutrição da criança antes do crescimento de seus dentes, quando começarão a mastigar. Assim, é bom que os hábitos saudáveis sejam desenvolvidos logo cedo.

Os dentistas e médicos pediatras sugerem que os pais limpem as gengivas de seus bebês com uma gaze e água filtrada, ou fervida e fria, sempre após a amamentação, que depois deverá ser jogada no lixo. Os pais também devem perguntar aos dentistas quando devem levar seus filhos para o primeiro exame clínico.

Alguns dentistas preferem esperar até que a criança atinja três ou quatro anos. Outros preferem vê-la em seu primeiro aniversário. O "Dia Nacional da Saúde Bucal" foi instituído para ser comemorado a 25 de outubro, pela lei federal no.10.465/2002.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

13 outubro dia do Fisioterapeuta o/





No dia 13 de outubro de 1969, foi regulamentado o Decreto Lei 938 que define como atividade específica do fisioterapeuta o desenvolvimento e a conservação da capacidade física de um paciente, além de ser reconhecido como profissional de nível superior. Desde então, o dia do fisioterapeuta passou a ser comemorado nesta data





O QUE FAZ?


O fisioterapeuta trata doenças e lesões causadas por acidentes, má-formação genética ou vícios de postura, seja prevenindo, reabilitando ou curando.


A prevenção é considerada, inclusive, a primeira atribuição da fisioterapia, cujo profissional deve alertar e orientar o paciente sobre a necessidade de adotar procedimentos adequados em determinadas situações.


A fisioterapia de reintegração ou reabilitação visa reintegrar a pessoa à sociedade. Geralmente o fisioterapeuta estimula o potencial neurológico do paciente que sofreu lesões na área neurológica ou perdeu algum dos membros.


Já a fisioterapia curativa tem o objetivo de devolver os movimentos perdidos em decorrência de lesões graves ou restabelecer a força e vitalidade dos músculos.


Independente do tipo de intervenção, o fisioterapeuta pode atuar em vários ramos da medicina como a ortopedia, obstetrícia, pediatria, geriatria, reumatologia, medicina esportiva, neurologia, cardiologia e pneumologia.


O profissional pode escolher uma dentre várias das áreas existentes no mercado de trabalho, incluindo fisioterapia clínica, trabalhando em hospitais, consultórios, clínicas, centros de reabilitação e ambulatórios; saúde coletiva, onde elabora programas de saúde; educação, lecionando ou desenvolvendo pesquisa e em saúde esportiva, recuperando atletas. Além de se especializar em determinadas atividades terapêuticas como acupuntura, quiropraxia e osteopatia.


ONDE ESTUDAR?


Com duração de 4 a 5 anos, o curso superior em Fisioterapia tem disciplinas específicas como Anatomia, Bioquímica, Biofísica, Histologia, Embriologia, Fisioterapia, Metodologia, Prática Desportiva, Psicologia, Fisiologia, Microbiologia e Imunologia, Patologia, Primeiros Socorros, Saúde Pública, Cinesiologia e Cinesioterapia.


Fonte: http://www.ibge.gov.br/ http://www.crefito8.org.br/

















































































segunda-feira, 10 de outubro de 2011

CASTRAÇAO: sim ou não?





A castração, ou esterilização, pode ser indicada para :

reduzir riscos de problemas de saúde
tratamentos
diminuir ou extinguir comportamentos indesejáveis
evitar o aparecimento de novas ninhadas

Certamente, cada veterinário tem uma visão sobre este procedimento, e não acho que alguém esteja certo ou errado em indicar ou não indicar a cirurgia de castração eletiva, ou seja, por escolha. Tenho minha opinião e respeito todas as outras.

A castração em fêmeas :

Comportamento :

A cadela tem alterações comportamentais por ocasião do cio, sendo a mais comum a pseudociese (gravidez psicológica). As cadelas que foram esterilizadas não entram no cio, portanto não têm este problema. Fêmeas castradas com temperamento dominante podem ter a dominância exacerbada em função da castração.

Saúde :

A castração em fêmeas é muito mais benéfica para a saúde do que em machos. A cirurgia feita antes do primeiro cio praticamente elimina a possibilidade de tumores de mama (os mais comuns em cadelas). Feita em qualquer idade, a cirurgia elimina a possibilidade de problemas uterinos (entre eles a piometra) e elimina a chance de problemas de parto ou gestação. Costuma trazer aumento de peso, que pode ser controlado pelos donos através de uma dieta equilibrada. Quando a castração é precoce, essa tendência é diminuída. Os efeitos colaterais indesejáveis da castração em fêmeas são : aumento de peso (muito comum); dermatites na região da vulva (pouco comum); problemas de pele (pouco comum) e finalmente incontinência urinária (em raças grandes incidência aproximada de 25 %). A incontinência urinária é mais comum em cadelas castradas, costuma aparecer alguns anos após a cirurgia e ocorre durante a noite e períodos de relaxamento, sendo que durante a vigília a micção é normal. Há duas opções de tratamento por medicamentos, sendo uma delas a reposição do estrógeno. Os resultado do tratamento é excelente, com aproximadamente 80 % das fêmeas curadas.

Para o dono :

As fêmeas castradas não entram no cio, isso significa que não há restrições em leva-las para passear, viajar, e que nunca haverá sangramento pela casa. Quando uma cadela no cio sai na rua os machos, atraídos pelo cheiro, podem trazer situações bem desagradáveis, principalmente quando estão soltos. A fêmea não terá ninhadas indesejáveis, tão comuns, além de não ter a gravidez psicológica e seu quadro comportamental.

Riscos :

Castração de fêmeas exige uma cirurgia mais complexa do que no caso dos machos, sendo necessário abrir o abdômen para retirar útero e ovários. O risco maior durante o ato cirúrgico é a ocorrência de hemorragia, sendo que podem ocorrer complicações pós operatórias também. A competência do cirurgião, a qualidade dos equipamentos e equipe agem para : diminuir o risco a um nível muito baixo, proporcionar um pós-operatório livre de problemas e uma rápida recuperação. Também há um risco básico que é inerente à qualquer procedimento envolvendo anestesia geral. Um animal que nunca apresentou sinais de doença cardíaca pode vir a falecer por parada cardíaca durante a anestesia, mesmo nos procedimentos rápidos.



A castração em machos :



Comportamento :

Quando se trata de um animal doméstico, os instintos resultantes dos hormônios sexuais podem provocar padrões comportamentais indesejáveis, como urinar pelos cantos, ou montar, além de episódios de agressividade por exemplo. Para o cachorro, surge um "cruel" desejo de copular que é frustrado, pela impossibilidade de encontrar fêmeas no cio a toda hora. No cão, esse desejo não é psicológico, mas provocado por hormônios sexuais. Quando não há mais hormônios sexuais, o cão fica mais feliz, pois pode encontrar na sua rotina a satisfação de todas as suas necessidades básicas, como se alimentar, ficar junto ao dono, exercitar-se, dormir, brincar... Portanto eu discordo da absoluta maioria das pessoas, que acha que castrar um cachorro é a maior sacanagem... Pelo contrário, muito pelo contrário !

Alguns estudos mostram que a testosterona tem influência na agressividade. Segundo eles, animais com níveis deste hormônio mais altos são mais agressivos. De forma geral, os machos mordem mais do que as fêmeas, provavelmente por causa da testosterona. Os machos inteiros podem morder quando estão excitados sexualmente e são impedidos de montar. Da mesma forma, quando o macho é castrado (tem seus testículos, produtores da testosterona, retirados cirurgicamente) sua agressividade diminui. A castração não retira o instinto de defesa do território, sendo que o cachorro castrado continua sendo um bom guarda da propriedade onde mora.

Conhecendo vários cachorros machos castrados, a maioria por causa de tumores testiculares, não vejo neles um comportamento preguiçoso ou um caráter diferente daquele observado antes da castração. No meu sítio os dois cachorros são castrados. Meu atual cachorro, o Sampa, teve que ser castrado em função de cripto-orquidismo (um dos testículos não desceu para a bolsa escrotal). Mesmo que não houvesse indicação para a cirurgia, creio que não deixaria de opera-lo ao redor dos seis meses de idade. Nunca nenhum proprietário reclamou de alguma mudança no caráter de seu animal. Pelo contrário, escuto elogios ao cachorro, que está mais "maduro" e "zen". No caso do meu cachorro que vive no sítio, tudo permaneceu exatamente igual, mas nunca mais houve fugas para tentar se acasalar com fêmeas no cio, coisa que acontecia com freqüência, expondo-o a riscos diversos, como de atropelamento, agressão pelas pessoas, brigas sérias com outros machos (que também tinham sentido o cheiro da fêmea no cio...).Uma indicação comum para a castração é o hábito de marcar território com urina de certos machos, que após a cirurgia cessa, em quase todos os cães.



Oito horas após a realização da cirurgia de castração, Sampa recebe o consolo da sua companheira Félis.

Saúde :

Do ponto-de-vista da saúde, a castração terá efeito benéfico ao evitar a hiperplasia de próstata quando a idade avançar, e evitará por completo a ocorrência de tumores em testículo. Existe uma tendência dos animais castrados em ganhar peso. Sobre isso se sabe que : 1. Animais castrados antes da puberdade (cachorros até seis meses de vida) têm esta tendência diminuída. 2. Se houver controle da quantidade de comida este animal não se tornará obeso.



O uso do colar Elizabetano é a única forma de proteger o curativo e promover a cicatrização rapidamente. Após alguma agonia, o animal se acostuma com o colar. É importante não retirar o colar até o momento certo.

Para o dono :

As vantagens irão depender muito de qual o comportamento que o cachorro apresenta. A castração diminui muito os seguintes comportamentos, chegando a acabar com eles na maioria dos casos : montar nas pessoas ou objetos, urinar em pontos da casa para marcar seu território, brigar com outros machos, fugir da casa para encontrar fêmeas no cio. Para os cães que apresentam estes problemas, a castração ajuda muito. Há machos que não dão esse tipo de problema nunca, portanto a indicação para o procedimento é fraca.



Riscos :

É bom lembrar que toda cirurgia acarreta riscos. No caso dos machos, a cirurgia é bem mais simples do que nas fêmeas, tendo um período pós-operatório mais tranqüilo. O risco desta cirurgia relaciona-se basicamente à anestesia que o cão recebe. O ato cirúrgico em si é bastante rápido e seguro.





sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Dia Internacional da Terceira Idade - 1 outubro


No dia 01 de outubro comemora-se o Dia Internacional da Terceira Idade. Com uma das maiores populações idosas do mundo, o Brasil precisa refletir a qualidade de vida que é oferecida as pessoas com mais de 60 anos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo 2000, atualmente o país possui cerca de 14,5 milhões de idosos. O que equivale a 8,6% da população.
Segundo a geriatra e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho, o crescimento acelerado da população idosa encontrou nossa estrutura sócio-cultural despreparada. “Até pouco tempo, o Brasil era uma nação de jovens. Agora, caminhamos para nos tornarmos o sexto país do mundo em número de idosos. Mas ainda é grande a desinformação e as particularidades do envelhecimento em nosso contexto social”, alerta a médica.
A expectativa de vida praticamente dobrou no decorrer do século XX e isso trouxe mudanças e problemas. “São muitos os que chegam aos 70, 80 anos em condições físicas, às vezes, muito boas, mas aposentados desde os 50 anos, e, por causa da inatividade na sociedade, com saúde psicológica abalada. Em outros casos, encontramos idosos dessa idade, com saúde física e mental sem qualidade”, afirma a médica.
O aumento da longevidade criou também problemas sérios no relacionamento familiar, especialmente no que se refere a como lidar com um parente de idade mais avançada. Atualmente, é difícil uma família que não tenha alguém com 70, 80 anos em condições físicas nem sempre ideais.
“No entanto, não são poucas as pessoas que envelhecem e chegam aos 80 anos em plena atividade sem passar pelo processo de caduquice física e intelectual que tanto nos assusta”, explica a psicanalista.
Para a geriatra, o Dia Internacional do Idoso tenta chamar nossa atenção para o envelhecimento da sociedade. “Precisamos refletir sobre o nosso comportamento com e na terceira idade, e o desenvolvimento de uma nova postura em relação a essa etapa da vida, mesmo porque todos nós queremos chegar lá. E essa é uma oportunidade especial para alertarmos e sugerirmos mudança de comportamento para aqueles que lidam com idosos ou que já estão com a idade avançada”, lembra Soraya.

Segundo ela, a saúde na terceira idade depende dos cuidados no passado, pois a qualidade de vida depois dos 60 é determinada pelas atividades que a pessoa desenvolveu, de como se alimentou e se comportou. Soraya garante que é possível gozar de vida saudável mesmo nas idades mais avançadas, e que, envelhecer pode representar uma conquista e não um castigo, quando se tem uma vida saudável antes, durante e depois do processo de envelhecimento. “A lista de recomendações é enorme, mas qualidade de vida com exercícios físicos, alimentação equilibrada, auto-estima, equilíbrio emocional, sono reparador e prevenção são os grandes pilares da saúde também na terceira idade”, finaliza a médica e psicanalista.


Dia Internacional da Terceira Idade 1 outubro

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Atividade Fìsica e o Cancêr

Obesidade e vida sedentária aumentam a incidência de certos tipos de câncer. Combinados, os dois fatores são responsáveis por 20% dos casos de câncer de mama, 50% dos carcinomas de endométrio (camada que reveste a parte interna do útero), 25% dos tumores malignos do cólon e 37% dos adenocarcinomas de esôfago, enfermidade cujo número de casos aumenta exponencialmente.



Nos últimos 15 anos, foram publicados vários estudos demonstrando que, independentemente da massa corpórea, mulheres e homens ativos fisicamente apresentam risco mais baixo de desenvolver alguns dos tipos mais prevalentes de câncer da espécie humana: câncer de mama, de próstata e de cólon.



Para dar ideia do grau de proteção conferido, uma análise conjunta de 19 pesquisas publicadas (metanálise) sobre a relação entre atividade física e o aparecimento de câncer de cólon mostrou que mulheres ativas apresentam risco de desenvolver a doença 29% menor do que as sedentárias. E que, entre os homens ativos, o risco é 22% mais baixo.



Em uma pesquisa foram estudadas 2.987 mulheres operadas de câncer de mama. Depois da cirurgia e dos tratamentos complementares (de radioterapia e quimioterapia), aquelas que passaram a caminhar por pelo menos 30 minutos, em média cinco vezes por semana, na velocidade de cinco a seis quilômetros por hora – ou fizeram exercícios equivalentes -, apresentaram cerca de 60% de redução do risco de recidiva da doença, menor mortalidade por câncer de mama e menor probabilidade de morrer por outras causas.



Dois estudos recém-publicados reforçam a hipótese de que a atividade física aumenta as chances de cura de quem teve câncer. No primeiro, os autores selecionaram um grupo de 573 mulheres operadas de câncer de cólon. A intensidade dos exercícios praticados por elas foi avaliada através de questionários periódicos, que abrangeram o período iniciado seis meses antes da operação e encerrado quatro anos depois dela.



Comparando aquelas que permaneceram ou se tornaram sedentárias depois da cirurgia com as que adotaram a prática de caminhadas de pelo menos uma hora na velocidade de cinco a seis quilômetros por hora, quatro a cinco vezes por semana – ou exercícios equivalentes -, as ativas reduziram pela metade suas chances de morrer de câncer.



No segundo, foram avaliados 832 portadores do mesmo tipo de câncer, participantes de um estudo comparativo entre dois esquemas de quimioterapia administrada depois da cirurgia. Os resultados foram semelhantes: andar pelo menos cinco a seis quilômetros em uma hora, quatro a cinco vezes por semana, reduziu a mortalidade por recidiva da doença entre 50% e 60%.



Os benefícios obtidos não foram influenciados pelo sedentarismo antes do diagnóstico de câncer, idade, sexo, índices de massa corpórea, tamanho do tumor, número de gânglios invadidos, ou pelo tipo de quimioterapia recebido.



Não está claro por que os níveis de atividade física para proteger contra recidivas de câncer de cólon precisam ser mais altos do que os necessários para obter resultados semelhantes em câncer de mama.



Diversos mecanismos biológicos podem ser evocados para explicar o efeito protetor do exercício na evolução de tumores malignos. Os mais aceitos consideram que o trabalho muscular reduz os níveis sanguíneos de insulina e de certos fatores de crescimento liberados pelo tecido adiposo, capazes de estimular a multiplicação das células malignas.



Reduzir em 50% a probabilidade de morrer de câncer de mama ou de intestino, pela adoção de um estilo de vida mais ativo, é um resultado inacreditável: nenhum tipo de radioterapia ou de quimioterapia – por mais agressiva que seja – demonstrou provocar esse impacto.



Do ponto de vista científico, embora a relação entre atividade física e câncer não esteja definitivamente esclarecida, os dados obtidos até aqui são tão contundentes que todas as pessoas operadas de câncer de mama, intestino, próstata e, possivelmente, de outros tumores malignos devem investir na prática regular de exercícios a mesma energia com que enfrentam operações, radioterapia ou quimioterapia.





Fonte: Dr Drauzio Varella

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Atividade física para pessoas em tratamento de câncer.




Atividade física para pessoas em tratamento de câncer.(Quimioterapia e Radioterapia)
A quimioterapia como outros tratamentos contra o câncer, podem trazer efeitos colaterais diversos, onde os mesmos interferem diretamente na qualidade de vida da população em questão.
Os tratamentos do câncer vêm acompanhados de uma série de efeitos colaterais, dentre eles, náuseas, vômitos, queda de cabelo, astenia e palidez, infecções, sangramentos, mucosite e diarréia, obstipação, fadiga, alterações da pele e unhas e alguma toxidade sobre os nervos, segundo o Hospital Israelita Albert Einstein, em 2005.
Segundo alguns estudos publicados a partir da década de 90, à atividade física pode ser utilizada como um recurso benéfico e viável para tratar de pacientes em tratamento de câncer que sofram de fadiga resultantes do tratamento quimioterápico e radioterápico.
Nos dias atuais, podemos definir a atividade física como qualquer movimento corporal, que resulta em gasto energético, tendo componentes e determinantes de ordem social, cultural e de comportamentos, que resultam nas atividades de jogos, lutas, danças, esportes, exercícios físicos e outros.
A benéfica da atividade física em pacientes com câncer estão relacionados ao aumento da força muscular e da capacidade funcional, como controle do peso corporal, redução da fadiga, melhora da auto estima, do humor e sem dúvida da melhora da qualidade de vida.
É de extrema importância ressaltar que a prática de exercícios para pessoas em tratamento quimioterápico deve ser realizado por profissionais qualificados e principalmente com indicação médica, assim objetivar cinco fatores que ajudam a melhorar a qualidade de vida dos pacientes, dentre eles:





a) capacidade individual




b) tipo de exercício




c) intensidade do exercício




d) freqüência (diária, semanal e mensal)e) duração do exercício.





É prática de atividades físicas influenciam não só no bem estar e a qualidade de vida mas também interferem na preservação daAdicionar imagem saúde, contribuindo para o equilíbrio do metabolismo e consequentemente reduzindo os riscos do surgimento de doenças crônicas.
Os exercícios sempre mostraram uma importante ferramenta no controle de peso, regulação de hormônios, e no caso do câncer, são fortes as evidências da contribuição da atividade nas diferentes fases da doença e de seu tratamento.
Lembre-se, ao praticar uma atividade física em tratamento quimioterápico e radioterápico, jamais os pratique sem aprovação médica, procure antecipadamente seu médico, veja as precauções existentes ao realiza-la e siga corretamente os exercícios a serem adotados por um profissional qualificado e competente!!


fonte:http://vidasaudavel.powerminas.com/atividade-fisica-para-pessoas-em-tratamento-de-cancer/